Ponta Grossa cansou.
Cansou da mentira.
Cansou da política de microfone.
Cansou de promessas bonitas que nunca chegam na vida real.
Acredito em Deus, na família e no valor do trabalho.
E acredito em uma coisa simples: a verdade liberta!
Eu vejo a política no dia a dia.
Conheço a realidade. A falta de estrutura.
A dificuldade de quem precisa de ajuda e não tem a quem recorrer.
Foi com fé e com a minha família que enfrentei esses desafios.
Minha esposa é assistente social e tenho um filho autista.
E foi por isso que decidi agir.
Me uni às entidades para conseguir apoio para minha e outras famílias.
Passei a ajudar quem precisava. E vi que dava para fazer mais.
Fui eleito vereador e ampliei o trabalho.
Mas quando mergulhei na política, descobri uma realidade dura: boa intenção
sozinha não resolve.
Falta recurso. Falta prioridade. Falta compromisso.
E aí você entende: ou constrói alianças ou não entrega nada.
Eu construí.
Mas também aprendi, da forma mais difícil, que na política tem muita gente que fala bonito, e não é o que parece.
Acreditei em pessoas que não cumpriram a palavra.
Vi meu trabalho social ser ameaçado.
E tive que fazer uma escolha.
Romper ou me calar.
Rompi.
Foi aí que encontrei na prefeita Elizabeth Schmidt um olhar diferente.
Um olhar de mãe e avó. De cuidado. De quem entende quem mais precisa.
E, juntos, avançamos.
Ampliamos o trabalho social. Fortalecemos as entidades.
Criamos pontes com quem realmente faz a diferença.
Ao assumir a presidência da Câmara de Ponta Grossa, vi que era preciso mudar o sistema.
Por isso, modernizamos.
Demos transparência.
Aproximamos a Câmara das pessoas.
Porque eu sei o que é precisar de ajuda e não ter ninguém para ouvir.
Hoje, estamos mais próximos da população, da sociedade organizada.
Nos conectamos à rede social. Apoiamos o emprego e a família, a segurança, a presença pública nos bairros e distritos, a cidadania de crianças e jovens, o transporte melhor, a cidade mais organizada, mais humana.
Tem erro? Claro que tem.
Mas quem trabalha erra tentando acertar.
E quando eu olho pra trás, vejo que Ponta Grossa avançou.
E mais importante: as portas foram abertas, as máscaras foram derrubadas.
O ego.
A mentira.
O teatro.
Tudo apareceu.
A população viu quem prometia e não cumpria.
Quem tinha poder e virou as costas.
Quem deixou Ponta Grossa para trás.
Agora, temos uma nova chance de nos fortalecermos, de dar um passo maior.
Levar, efetivamente, a relevância da nossa cidade para dentro do Estado.
Obter recursos para nossa região e ocupar o espaço que merecemos no Paraná.
Iniciar um novo ciclo, onde o trabalho sério não é fantasia.
Onde a verdade é maior que o marketing. E o boicote não tem vez.
Um ciclo onde a classe política precise, obrigatoriamente, olhar para o paranaense e não para si mesma.
Estou filiado ao Partido Liberal (PL), partido que tem como pré-candidato ao governo do Estado o senador Sergio Moro.
Homem de princípio, que honra e defende o Paraná no Brasil.
Tenho orgulho de ter o seu apoio.
E caminharei ao seu lado em defesa de Ponta Grossa e os Campos Gerais.
Nosso Paraná seguirá evoluindo.
Os bons projetos serão aproveitados.
Mas deixaremos de lado a megalomania dos estúdios de rádio e a encenação das câmeras de TV.
Quem vencerá é o paranaense.
Afinal, somos maiores que a política.
Muito maiores que o espetáculo do poder em cartaz.
Fomos forjados pela verdade.
E a verdade sempre liberta.
Julio Kuller é presidente da Câmara Municipal de Ponta Grossa. (Com assessoria. Foto: Divulgação)