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Ponta Grossa 31/08/2021

Autorização para 'Queijaria' de R$ 380 milhões está na pauta da Câmara

Vereadores votam Protocolo de Intenções para investimento de cooperativas (Capal, Castrolanda e Frísia) em nova fábrica em PG. A proposta prevê isenções de impostos para viabilizar o investimento

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Autorização para 'Queijaria' de R$ 380 milhões está na pauta da Câmara

Está na pauta de sessão desta quarta-feira (1º) da Câmara Municipal projeto do Executivo que aprova o Protocolo de Intenções, firmado no último dia 4 de junho entre a Prefeitura de Ponta Grossa e a Cooperativa Frísia Agroindustrial, representante das Cooperativas que formam o Projeto de Intercooperação Unium (Capal, Castrolanda e Frísia). O grupo pretende implantar em Ponta Grossa uma Unidade de Produção de Queijos com investimento de R$ 379.722.461,00. A proposta em análise no Legislativo prevê isenções de impostos para viabilizar o investimento.

A Unium é a marca institucional da união entre as três cooperativas. A perspectiva é de que, quando em construção, sejam movimentadas cerca de 1,6 mil vagas de emprego diretas e indiretas na região com esse investimento. A previsão é de 65 vagas diretas e 1.570 indiretas.

A ‘queijaria’ do grupo será construída exatamente ao lado do terreno onde já está instalada a Unidade de Beneficiamento de Leite do grupo (foto acima), localizada às margens da PR-151, nas proximidades da divisa com Carambeí.

O investimento vai ser desenvolvido em paralelo com a Maltaria Campos Gerais, também projeto da intercooperação, que receberá um aporte inicial de R$ 1,5 bilhão. As duas obras serão erguidas na mesma região da cidade, o Distrito Industrial Norte, na saída para Carambeí.

O projeto será construído em um terreno de 40 mil metros quadrados, e uma área edificada de 14 mil metros quadrados, com três pisos. O valor, apenas na construção civil, será de R$ 62,6 milhões, e mais R$ 19,5 milhões em instalações elétricas gerais. O maior aporte será no maquinário e equipamentos, que demandarão de um investimento de R$ 241,1 milhões, além de outros R$ 41,5 milhões em instalações, equipamentos e máquinas para utilidades. Os custos de mão de obra estão estimados em R$ 15 milhões.

Isenções

Para tornar viável o investimento em Ponta Grossa, o município se comprometeu a ceder três benefícios às cooperativas para a consolidação do investimento. Entre esses benefícios estão a isenção do recolhimento do IPTU pelo prazo de 25 anos, ou seja, de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2048; isenção do recolhimento do ISS incidente sobre os serviços e obras da construção da nova unidade, e isenção de taxas administrativas incidentes durante o processo de instalação da planta fabril. (Com informações do Portal aRede)

 

Foto: Divulgação