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Ponta Grossa 17/08/2026

Lojas MM recebe currículos de profissionais após fechamento de lojas da Casas Bahia

Com mais de 230 lojas físicas, MM também avalia ocupar pontos comerciais deixados pela varejista em algumas regiões

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Lojas MM recebe currículos de profissionais após fechamento de lojas da Casas Bahia

O fechamento de quase 300 lojas da Casas Bahia resultou na demissão de 3 mil trabalhadores em todo o país. Diante desse cenário, a Lojas MM decidiu receber currículos de profissionais que perderam o emprego. A varejista colocou as mais de 230 lojas físicas à disposição de quem busca uma recolocação no mercado de trabalho.

“Entendemos que esse é um momento complicado, que impacta milhares de pessoas e inúmeras famílias. Queremos contribuir de alguma forma e criar oportunidades para que esses profissionais possam voltar a trabalhar logo. Por isso, nossas lojas estão abertas para receber quem está em busca de uma nova oportunidade”, afirma Marcio Pauliki, CEO da Lojas MM.

Com filiais no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo, a Lojas MM já avalia ocupar pontos comerciais deixados pela Casas Bahia em algumas dessas regiões. Segundo Pauliki, o fechamento de lojas físicas por grandes redes nacionais costuma ser atribuído ao avanço das vendas online. No entanto, ele acredita que as redes regionais seguem um caminho diferente, apoiadas no relacionamento direto com o consumidor e no conhecimento das particularidades de cada cidade em que atuam.

“Com lojas mais próximas do consumidor, principalmente nas cidades do interior, conseguimos fortalecer a relação com o cliente e trazê-lo para dentro da loja, o que também contribui para criar um sentimento de pertencimento entre clientes e colaboradores. Um bom exemplo é o crediário próprio, uma opção de parcelamento disponível apenas nas unidades físicas, que amplia o acesso e facilita a compra”, explica o CEO.

A proximidade com a operação e o envolvimento das equipes também ajudam a explicar a capacidade das varejistas regionais de continuar expandindo. “Aqui, a gente chama isso de ‘dor de dono’, que é ter senso de responsabilidade sobre o negócio, entender o que acontece na ponta e ter agilidade para tomar decisões. Eu mesmo faço questão de visitar todas as lojas da rede e acompanhar de perto o dia a dia”, conclui Pauliki. (Com assessoria)