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Sábado, 05 de dezembro de 2020
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Política 26/10/2020

Ratinho Junior e Bakri anunciam quatro colégios cívico-militares para PG

Funcionarão nesse modelo as escolas estaduais José Elias da Rocha, Professor Colares, Frei Doroteu de Pádua e General Antônio Sampaio

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Ratinho Junior e Bakri anunciam quatro colégios cívico-militares para PG

A partir do ano que vem, Ponta Grossa terá quatro colégios cívico-militares no novo projeto educacional desenvolvido pelo Governo do Estado. Conforme anúncio feito nesta segunda-feira (26) pelo governador Ratinho Junior (PSD) e pelo deputado Hussein Bakri (PSD), funcionarão nesse modelo as escolas estaduais José Elias da Rocha, Professor Colares, Frei Doroteu de Pádua e General Antônio Sampaio.

Em Palmeira, outro município de atuação de Bakri nos Campos Gerais, será contemplado o Colégio São Judas Tadeu. O objetivo da medida é contribuir com o processo promovido pelo Executivo estadual para a contínua melhoria da qualidade da educação no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

“Já temos no Paraná um nível de excelência no quadro de servidores da Educação, comprovado recentemente no maior salto do Brasil na avaliação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Os colégios cívico-militares serão uma opção a mais aos pais que assim desejarem, com uma metodologia nova que virá para se somar ao grande trabalho que já vem sendo feito em prol dos nossos alunos nas 2,1 mil escolas estaduais, sob o comando do secretário Renato Feder”, afirmou Hussein Bakri, que é Líder do Governo e Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

O parlamentar também é o representante oficial de Ponta Grossa junto ao Executivo estadual, por indicação do prefeito Marcelo Rangel.

Sexto ao nono ano

De acordo com o programa, a gestão compartilhada entre militares e civis vai ocorrer do 6.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. A implantação do modelo será de escolha livre da comunidade escolar por meio de consulta pública (votação) que será realizada ao longo desta semana.

Numa gestão compartilhada, as aulas continuarão sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto policiais militares serão responsáveis pelas áreas de infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá um diretor-geral e um diretor-auxiliar civis, além de um diretor cívico-militar e de 2 a 4 monitores militares conforme o tamanho da escola. Todos esses policiais serão inativos e voluntários, sendo remunerados por meio de diárias criadas por lei em 2017.

As escolas terão uma carga horária maior para aprofundar temas como cidadania, civismo e educação financeira. O desempenho dos colégios será medido continuamente por meio de metas que serão traçadas, e os uniformes dos alunos serão adquiridos pela Secretaria da Educação. Em caso de haver alta procura, a ocupação das vagas pelos alunos será definida por sorteio. (Com assessoria)