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Domingo, 28 de fevereiro de 2021
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Ponta Grossa 08/08/2019

Fundação de Cultura abre exposição de mandalas nesta quinta-feira

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Fundação de Cultura abre exposição de mandalas nesta quinta-feira

Símbolo da integração e da harmonia, as mandalas vêm sendo aprimoradas desde o século VIII a.C.. A partir desta semana, o público ponta-grossense poderá apreciar este riquíssimo trabalho na exposição ‘Pare, Respire e Contemple’, que reúne obras de Vane Milek. A abertura será nesta quinta-feira, 8 de agosto, às 19h, na Galeria Lucio Ribeiro (anexo do Centro de Cultura). A entrada é gratuita e aberta.

A mandala é utilizada como instrumento de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês). Durante muito tempo, foi usada como expressão artística e religiosa, através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte sacra de vários séculos.

No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal, ou então construídas com areia colorida sobre uma plataforma (neste caso, logo após algumas cerimônias a areia é jogada em um rio, para que as bênçãos se espalhem).

“Eu sempre gostei de mandalas, desde criança. Elas sempre me chamavam a atenção, mas não conhecia muito a respeito. Há uns cinco anos eu comecei a me aprofundar, a estudar e a conhecer o que era, e também a desenha-las no computador. Um dia eu resolvi imprimir uma que eu desenhei pra decorar a minha casa e foi então que eu comecei a desenvolver mandalas pros meus amigos”, conta a artista Vane Milek.

Foi então que ela começou a vender suas obras pela internet, ainda intercalando com sua profissão de publicitária e designer gráfica. Há um ano ela se dedica exclusivamente a esta arte, criando as mandalas em MDF e papel, tudo a mão. “As minhas mandalas são desenvolvidas para meditação e harmonização de ambiente. Elas são vivas: você olha para elas e elas se movimentam. Elas têm troca de energias com o ambiente que a pessoa deseja e todas têm uma frequência energética para que haja essa evolução espiritual”, explica.

A mostra, que é aberta ao público, reúne 17 obras de Vane. "Eu nunca imaginei que teria uma exposição. Estou extremamente grata ao universo por estar me proporcionando essa experiência”, destaca a artista. A exposição segue aberta até o dia 30 de agosto, das 8h às 14h, na Galeria Lucio Ribeiro – anexo ao Centro de Cultura (Rua Augusto Ribas, 722 – Centro). A entrada é gratuita. (Com assessoria)