Política

A um mês das convenções, cenário é de incertezas na disputa a prefeito de PG

Eleições 2016Estamos a um mês do início das convenções partidárias que vão definir os candidatos a prefeito de Ponta Grossa, entre 20 de julho e 05 de agosto. E o momento é de incertezas em relação a quem irá disputar a Prefeitura de Ponta Grossa. Existem pelo menos seis pré-candidatos com possibilidade de confirmar uma candidatura: o prefeito Marcelo Rangel (PPS), o deputado federal Aliel Machado (Rede), o deputado estadual Marcio Pauliki (PDT), o vereador Júlio Küller (PMB), o empresário Álvaro Scheffer (PV) e o professor Sérgio Gadini (Psol).

Concretas

De concreto, as pré-candidaturas que devem se transformar em candidaturas são a do prefeito Marcelo Rangel e a do deputado Aliel Machado. Isso porque ambos têm o respaldo de partidos que lhes garantem tempo de televisão e candidatos a vereador. Rangel com PPS, PSDB, DEM, PSB, PSC e PSD, entre outros. Aliel com Rede, PT e PMDB, podendo ainda conquistas o PR e o PRB.

Viabilizar coligações

Já os demais pré-candidatos estão tentando viabilizar uma coligação, mas a missão não é fácil. Pauliki, do PDT, chegou a citar uma aproximação com o DEM, inclusive, falando em disponibilizar a vaga de vice para o vereador Sebastião Mainardes Junior (DEM). Porém, o manda-chuva do partido, deputado estadual Plauto Miró Guimarães Filho, emitiu nota enfatizando que a sigla ainda não tomou uma decisão. A tendência é que continue no grupo partidário pró-Rangel.

Atrás de legendas

Júlio Küller, que está em seu terceiro mandato na Câmara e desenvolveu um bom trabalho à frente da Secretaria de Assistência Social, está entusiasmado com a possibilidade de ser candidato. Mas de apoio até o momento apenas do seu PMB e do Pros. Ele corre atrás de outras legendas para aumentar o tempo de televisão.

A espera de pesquisa

O empresário Álvaro Scheffer, do PV, está a espera de uma pequisa de opinião contratada por ele para saber como o seu nome está avaliado pelo eleitorado. O levantamento está sendo feito e deve ser entregue ao contratante na quinta-feira (23). Porém, há quem diga que uma candidatura será difícil, justamente por falta de uma coligação partidária que permita ter um bom tempo de televisão, tendo em vista que não possui o nome tão familiarizado pelo eleitor, e precisaria dos programas na televisão para se tornar conhecido politicamente.

Sem debates

De outro lado, o Psol garante que terá um candidato a prefeito. Resta saber se o professor Gadini irá encarar o desafio. Mesmo porque, o partido ficará de fora dos debates a serem realizados entre os candidatos, já que a mudança na legislação eleitoral não obriga os meios de comunicação a convidar candidatos de legendas ou coligações com menos de 10 deputados federais em Brasília.

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