Política

Plauto e Mabel unem forças para pedir melhorias e secretário garante mais 20 UTIs em PG

Durante a sessão plenária remota da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) desta terça-feira (24), os deputados Plauto Miró Guimarães Filho (DEM) e Mabel Canto (PSC) questionaram o secretário estadual da Saúde, Carlos Alberto Gebrim Preto, sobre os esforços para ampliar as vagas de UTIs dos hospitais regionais Universitário dos Campos Gerais e de Telêmaco Borba.

Os deputados aproveitaram a participação do secretário na sessão que discutiu a aprovação do Decreto Legislativo que declara Estado de Calamidade no Paraná em decorrência da pandemia de coronavírus.

Plauto e Mabel estão acompanhando as necessidades das duas unidades, principalmente do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), que está sobrecarregado depois que o Hospital Bom Jesus suspendeu o atendimento pelo SUS.

Desde que a direção do HURCG anunciou, no mês de fevereiro, que teria de interromper as cirurgias eletivas em urologia e neurocirurgia, os deputados se mobilizaram para evitar o desamparo aos pacientes.

Necessidade

Com a pandemia, a necessidade de ampliar os leitos de UTI ficou mais evidente. “Temos a vantagem de que existe espaço físico no Hospital Universitário para receber novos leitos. As conversas nesse sentido com o secretário estavam avançadas e agora as ações deverão ser aceleradas”, afirmou Plauto.

“Ambos temos trabalhado pela ampliação física do Hospital Regional e, agora, pelas UTIS devido ao coronavírus. A nossa união é fundamental nesse momento em que vive o Estado e o País”, declarou Mabel.

Mais 20 UTIs

O secretário garantiu que ao menos 10 leitos deverão ser redirecionados já nos próximos dias para o HURCG e outros 10 para a Santa Casa de Misericórdia. “A população dos Campos Gerais não ficará sem atendimento”, enfatizou Beto Preto.

Em relação ao Hospital Regional de Telêmaco Borba, o secretário disse que está prestes a formalizar “uma pareceria com uma importante empresa da região” que poderá contribuir para a gestão do local. “É uma demanda de uma década que vamos solucionar”, concluiu. (Com assessoria)

Atualizada às 18h30

Confira outros Posts