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Ponta Grossa fará licitação de R$ 30 mi para o Samu Regional

O prefeito municipal de Ponta Grossa e presidente do Consórcio Intermunicipal do Samu (CimSamu), Marcelo Rangel, recebeu representantes de várias cidades dos Campos Gerais para uma reunião na manhã desta quarta-feira hoje (4). O encontro marcou a assinatura para abertura de licitação, através de pregão eletrônico, para contratação de empresa que administrará a equipe técnica do Samu Regional. Na ocasião também foi realizada a autorização para que o município de Castro faça parte do CimSamu.

O pregão eletrônico será realizado no dia 19 de setembro e terá valor de R$ 30 milhões. A empresa vencedora tem prazo de 15 dias para iniciar as atividades. O Consórcio será a ponte entre os municípios e a empresa.

“Este passo significa modernização, e já é adotado em todo pais, agora estamos oferecendo uma estrutura melhor para os Campos Gerais, melhorando o atendimento em todos os lugares, até nos menores e mais distantes. Tendo um Samu mais eficiente, teremos uma distribuição melhor dos atendimentos, refletindo na resolução dos serviços, beneficia toda a população”, declara Rangel.

28 municípios

O consórcio vem trabalhando e desempenhando suas funções há um ano. Hoje 28 municípios fazem parte deste projeto nos Campos Gerais. Atualmente 14 cidades (Castro, Arapoti, Curiúva, Imbaú, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Reserva, São João do Triunfo, Telêmaco Borba e Tibagi), já estão consorciadas, tem contrato com o CimSamu e entrarão em funcionamento em imediato após encerramento do da licitação.

“Essas cidades são as que receberam as ambulâncias do Ministério da Saúde e estão prontas para começar a rodar e realizar os atendimentos”, explica a diretora contábil e financeira do CimSamu, Angélica Cristina Pereira da Luz. Cerca de um milhão de habitantes serão atendidos.

Sobre o CimSamu

O CimSamu é um consórcio para atender a necessidade de urgência e emergência e incluir os municípios pequenos e afastados no atendimento. Muitas vezes, as regiões menores não têm condições de manter uma ambulância ou um serviço de atendimento de uma rede regional no seu município, devido ao custo e a Central de Regulação. Os municípios menores ou mais afastados, agora, passam a ser atendidos pela ambulância do município mais próximo, conforme determinação da central.

“A sede da Central de Regulação é em Ponta Grossa, ela quem faz o encaminhamento das ambulâncias para aos hospitais, seja especialidade ou não, ela faz o direcionamento do atendimento do paciente por ambulância básica ou avança, com o médico”, comenta Angélica.

Cada município, com ambulância, terá uma base, para que a equipe técnica de atendimento à população fique acomodada 24h interruptas. As unidades de suporte básico contarão com enfermeiro, técnico de enfermagem e motorista. E o suporte avançado com médico enfermeiro e motorista socorrista. A determinação do tamanho da frota é determinada pelo ministério da saúde. (Com assessoria)

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