Ponta Grossa

Estudantes plantam árvores em projeto de estudo sobre solos

Os alunos do 5º ano da Escola Municipal Dr. Carlos Ribeiro de Macedo, na Vila São Francisco, realizaram nesta segunda-feira uma importante etapa do Projeto ‘Solo Mãe’, colocado em prática pela professora Sandra Mara Baiê. Após vários estudos sobre o solo, sua formação e preparo, chegou a hora de fazer o plantio de árvores dentro e no entorno da escola. O prefeito Marcelo Rangel foi convidado e participou da atividade com as crianças. No total, 29 crianças participam da atividade.

O projeto participa do programa Agrinho, categoria Solos, realizado em todas as escolas municipais. A professora trabalha com os alunos itens como a composição do solo dos Campos Gerais, a preparação dos nutrientes para a produção de alimentos por meio da compostagem e o plantio, além da importância das minhocas para o processo. O plantio de árvores é mais uma etapa do estudo, além de ser uma demanda das crianças, que tiveram a ideia de aumentar a arborização da escola e ganhar uma área de sombra para brincar no pátio interno da unidade.

Conscientização

O prefeito Marcelo conversou com as crianças e colocou as mãos na terra para realizar o plantio de uma cerejeira. “Acho muito importante essa conscientização que ocorre nas escolas, da responsabilidade ambiental que todos devemos ter. É um ato importante, reunindo o prefeito, as professoras, as crianças, plantando árvores e demonstrando a sua preocupação com o nosso planeta. Parabéns a todos”, disse Marcelo.

Ele também destacou a validade do programa Agrinho como alavanca para projetos na Educação. “Este é um projeto dos mais importantes, é o que mais reconhece o trabalho dos nossos mestres. Ele faz com que essa preocupação com o meio ambiente esteja presente no dia a dia das nossas escolas”, observou o prefeito.

Atividades

Segundo a professora responsável pelo projeto, diversas atividades estão sendo realizadas ao longo do ano para sensibilizar alunos e comunidade sobre uso correto e a proteção do solo. “Quando a criança participa de ações como esta, ela sente que pertence a este espaço. E, com certeza, ela vai se tornar um cidadão crítico do papel dela na sociedade, é isso o que a gente espera para esse projeto”, comenta a professora Sandra.

Para a coordenadora do programa na SME, Aparecida Castanho, a didática desenvolvida permite que temas importantes sejam debatidos. “Os projetos são trabalhados conforme o contexto de cada unidade de ensino. Conforme eles são problematizados, dentro da realidade da escola, chamando a comunidade para participar e sensibilizando esses atores sociais, as potencialidades envolvidas terão uma amplitude bem maior”, ilustra a professora. (Com assessoria)

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