O Procon da Prefeitura de Ponta Grossa, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública (SMCSP), investiga 26 denúncias relacionadas ao preço praticado por postos de combustíveis na cidade. A principal queixa dos consumidores diz respeito à suposta inexistência de repasse da diminuição dos valores cobrados nas refinarias ocorrida nos últimos meses.

De acordo com o coordenador executivo do Procon, Leonardo Werlang, uma verificação prévia  promovida pelas equipes do órgão constatou que, apesar da redução de valores de preços nas refinarias e distribuidoras, os postos de combustíveis da cidade, na média, mantiveram os preços no mesmo patamar por várias semanas.

“Na média, Ponta Grossa é uma das cidades com o combustível entre os mais caros do estado. Os valores, dependendo dos estabelecimentos, chegam a ter uma diferença de aproximadamente 20 centavos se comparado a outras cidades do Paraná. Por isso, realizamos alguns levantamentos e iremos instaurar investigações preliminares sobre a questão da diferença de valores, assim como em relação à demora do repasse após a diminuição de valores nas refinarias”, aponta Werlang. (Com assessoria)

Confira a entrevista com o coordenador do Procon, Leonardo Werlang:

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