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Desfile da Independência deve marcar ‘tomada das ruas’ pelas campanhas

A campanha eleitoral menor, com duração de 45 dias, já está valendo desde 2016, nas disputas municipais, mas é a primeira vez que engloba as eleições para Presidente e vice, governadores, senadores e deputados. E pelo que se percebe até o momento, os candidatos estão econômicos quando o assunto é colocar a campanha na rua.

Pouco se viu de propaganda eleitoral em Ponta Grossa, com as famosas formiguinhas e pessoal entregando os materiais impressos. Isso deve mudar a 30 dias da ida às urnas no primeiro turno. E o marco para essa tomada das ruas pelas campanha na cidade será o desfile de Independência nesta sexta-feira (07 de setembro).

Como é de praxe em ano eleitoral, a Avenida Vicente Machado fica repleta de candidatos em busca dos votos das centenas de pessoas que tradicionalmente acompanham o evento. Assim, pelos próximos 30 dias a cidade vai respirar campanha eleitoral, com ênfase maior para as equipes dos candidatos a deputado estadual e federal da cidade e nas campanhas ao Governo do Estado. E no próximo dia 15 de setembro, no desfile em comemoração ao aniversário de Ponta Grossa, a busca pelos votos na Avenida vai ser ainda maior, diante do público que também deverá ser mais amplo. É possível que algum candidato ao Palácio Iguaçu também apareça.

Na internet

Até agora, o foco dos candidatos foi na propaganda pela internet, notadamente, via Facebook. Isso deve continuar, mas em paralelo ao trabalho nas ruas. Até mesmo os adesivos perfurados para carros, habituais nas campanhas, ainda estão com baixa adesão na cidade. Os chamados ‘adesivaços’ estão ocorrendo, mas pelo que se vê ainda não ganhou o eleitorado. Aliás, a relutância dos eleitores com a classe política é um grande desafio a ser superado pelos nobres candidatos neste pleito.

Do ponto de vista do eleitor, entretanto, o que importa efetivamente é analisar o histórico e as propostas dos candidatos. Afinal, essa é a oportunidade democrática de interferir no cenário político, através do voto. Opções de candidaturas não faltam. Se são boas ou ruins, é outra história, e cabe ao eleitor decidir!

Eduardo Farias, editor

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