Política

Rangel prepara projeto para implantar ‘padronização ecológica’ em terrenos baldios de PG

Imagem de terreno com a padronização ecológica | Foto: Divulgação

Terrenos sem construção localizados na região central e em alguns bairros de Ponta Grossa deverão ter a superfície coberta de grama. É a chamada padronização ecológica de terrenos baldios, já em vigor em várias cidades pelo país, e que o prefeito Marcelo Rangel pretende implantar no Município a partir deste ano. Pelo que o Blog do Doc.com apurou, um projeto com esse teor já está sendo elaborado pela Prefeitura, a pedido de Rangel. Nas próximas semanas a proposta de lei deverá ser encaminhada para apreciação dos vereadores. O Executivo tem a transformação do projeto em lei como prioridade.

Para  o prefeito, são vários os benefícios da proposta. O principal deles é evitar o acúmulo de mato e lixo, que resulta na proliferação de animais peçonhentos e propicia focos para o mosquito da dengue. Além disso, também existe a questão estética da padronização ecológica dos terrenos baldios com grama.

Multa

Deve constar na proposta que os proprietários que não plantarem grama nos terrenos baldios serão multados. A sanção é a forma de exigir que a lei seja cumprida e os benefícios alcançados. A definição dos locais de abrangência da lei está em estudo. O certo é que o centro será contemplado e alguns bairros mais próximos da região central.

Cidades como Maringá, no Paraná, e municípios do Estado de São Paulo já têm leis vigentes neste sentido e os resultados são considerados positivos.

1 Comment
  1. Luiz Almeida 4 anos ago
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    Maringá é sombra de Ponta Grossa; Tudo que fazem lá, querem copiar aqui. Será que não há pessoas criativas que comandam nossa cidade? Não há comparação entre as duas cidades. Maringá é uma cidade criança, cidade projetada, maior população, maior renda per capita, maior arrecadação, maior comércio, etc. Tem até dois times de futebol, enquanto que Ponta Grossa só ganha de Maringá no emprego público. Mais de 50% da arrecadação vai para a folha de pagamento. Atualmente nossos dirigentes só pensam em arrecadar mais, para poder empregar mais.

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