Política

Fernando Durante ficará na Fundação de Cultura, que vai agregar a Comunicação

fernando-duranteInformação obtida com exclusividade pelo Blog do Doc, dá conta de que o publicitário Fernando Durante vai permanecer à frente da Fundação de Cultura, que vai passar a agregar a parte de Comunicação Social da Prefeitura. Assim, a Fundação passará a se chamar Cultura e Comunicação para o segundo mandato do prefeito reeleito Marcelo Rangel (PPS).

A Comunicação será um Departamento dentro da Fundação de Cultura. A mudança ocorre porque a Secretaria de Governo, que abriga a Comunicação atualmente, deve ser extinta para dar lugar à Casa Civil, a qual terá uma função mais política.

Cara nova

Rangel confidenciou a pessoas próximas que pretende com essa mudança dar uma cara nova à Comunicação da Prefeitura. Ele quer aproveitar também os profissionais efetivos que atuam hoje na TV Educativa, já que os trabalhos da Fundação Educacional de Ponta Grossa (Funepo) devem ser finalizados (ver matéria). São jornalistas, editores de imagem, cinegrafistas, além de outros profissionais ligados à área. A própria estrutura da TV, que fica no terceiro andar do antigo Clube Guaíra, pode ser aproveitada.

Hoje, a estrutura de Comunicação da Prefeitura é voltada para assessoria de imprensa, com material mais direcionado para jornais impressos e internet, com a alimentação de conteúdo do site do Executivo. Com a mudança, o prefeito quer alcançar com maior facilidade o uso de outros meios, como rádio, TV e as redes sociais. Além de jornais para os bairros.

Fernando Durante foi escolhido para comandar a futura Fundação de Cultura e Comunicação por ter experiência e competência nas duas áreas, além de manter uma boa relação com o prefeito. Ele foi responsável pela parte de comunicação da campanha de Rangel à reeleição.

TV Educativa

Sobre o fim dos trabalhos em 2017 da Funepo, que detém a concessão da TV Educativa de Ponta Grossa, Rangel teria dito que a decisão levou em conta o ajuste de custos por qual a Prefeitura terá que passar para enfrentar a crise financeira. Ele ressalta que a economia ao longo dos quatro anos de mandato chegará a R$ 5 milhões. Rangel teria dito que reconhece a importância da emissora, mas que no momento é preciso ‘cortar a carne’.

Entretanto, pessoas próximas ao alcaide garantem que a concessão da TV Educativa não será perdida. Os programas terceirizados poderão continuar sendo exibidos, mas desde que entregues prontos para exibição, pois a TV deixará de contar com pessoal para as gravações e programas ao vivo.

Parceria

Outra informação dá conta de que, se a TV Educativa conseguir se tornar auto-sustentável financeiramente, seja através de uma parceria com a iniciativa privada, ou através da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Rangel estaria disposto a reabri-la.

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