Política

Padre Edvino Sicuro se filia ao PV, mas afirma que não será candidato

Padre EdivinoProvocou especulações no meio político de Ponta Grossa a filiação do padre Edivino Sicuro, da Paróquia do Rosário – uma das maiores do Município -, no Partido Verde (PV). A filiação veio à tona com a participação de Edivino na reunião do partido, realizada na noite de segunda-feira (25). A ficha de filiação, no entanto, data do dia 2 de abril, portanto, dentro do prazo para participar das eleições municipais deste ano. Por isso, as especulações de que poderia ser candidato na eleição proporcional ou majoritária. O padre, porém, garante que não será candidato a nenhum cargo.

“Não serei candidato, até porque a Igreja não permite. Entrei no partido apenas para somar, para participar das discussões da cidade, por isso aceitei o convite do Vitor [Hugo, ex-gerente da Agência do Trabalhador, filiado ao PV], com quem tenho uma boa relação”, explicou Edivino, enfatizando que a participação das pessoas na política é importante para o exercício da cidadania.

Assuntos polêmicos

Indagado sobre as diretrizes do PV em assuntos polêmicos que vão de encontro com o que prega a Igreja, já que a legenda é favorável à descriminalização da maconha, ao casamento entre homossexuais e ao aborto, padre Divino disse ter conhecimento dessas posições do partido, mas que não concorda com nenhuma delas.

“Caso eu participe de alguma discussão acerca desses assuntos certamente serei contra. A minha voz será contrária dentro do partido”, afirmou, emendando que o conhecimento dessas posições do PV veio quando o seu irmão, que é dentista, foi candidato a vereador em Guarapuava pela sigla.

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